Os espécimes da coleção malacológica foram coletados pelas mãos de diversas pessoas, em todos os continentes, na beira da praia ou nas profundezas do oceano, nos bosques, nas matas, nos riachos…
Os espécimes que foram transmitidos de uma mão à outra, de um país a outro permitiram o crescimento da coleção malacológica e ampliaram a sua representatividade ao longo das décadas.
Esfera: Pública
Tipo de Esfera: Federal
Acessibilidade: Sim
Acessibilidade física:
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira das 10h às 16h para pesquisa e para visitação das 8h às 18h.
Site: http://www.ufjf.br/malacologia/
Email Público: malaco.icb@ufjf.edu.br
Telefone Público: (32) 2102-3221
Endereço: Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Juiz de Fora, s/n, Cidade Universitária, Martelos, 36036-900, Juiz de Fora, MG
CEP: 36036-900
Logradouro: Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Juiz de Fora
Número: s/n
Complemento: Cidade Universitária
Bairro: Martelos
Município: Juiz de Fora
Estado: MG
Horários de Funcionamento
Descrição
No início da década de 1950, o inquieto médico da Marinha do Brasil Dr. Maury Pinto de Oliveira, deu início a uma pequena coleção de conchas, a partir de coletas nas praias das cidades do Rio de Janeiro e Niterói. Enriqueceu seu conhecimento na área de Zoologia e, mais especificamente, de Malacologia através de contatos com especialistas no Brasil e no exterior e da aquisição de bibliografia especializada.Em 1966, a coleção que então contava com 8.000 conchas de todas as partes do mundo, foi doada à Universidade Federal de Juiz de Fora, com a condição de que a mesma permanecesse sob administração do doador enquanto este desejasse ou tivesse forças para tal. Mesmo apertada em um laboratório no antigo Departamento de Biologia, o acervo se multiplicou através de coletas, permutas e doações, até que o espaço passou a ser insuficiente para a sua grandiosidade.
Após tentativas de alocações em outros espaços, a Universidade, reconhecendo a importância da coleção, construiu em 1996, um prédio no Instituto de Ciências Biológicas, que abriga ainda hoje o Museu de Malacologia.
Em 2002 foi criado o Núcleo de Maloacologia da UFJF, com estrutura própria, tendo como Curador vitalício o Prof. Maury Pinto de Oliveira. Depois de sua morte, em junho de 2004, o setor, com todas as suas dependências, passou a se chamar Museu de Malacologia Prof. Maury Pinto de Oliveira, em reconhecimento a sua obra e dedicação ao estudo da malacologia.
